{"id":5750,"date":"2021-10-12T11:29:56","date_gmt":"2021-10-12T14:29:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ariesteves.com.br\/?p=5750"},"modified":"2021-10-12T11:29:56","modified_gmt":"2021-10-12T14:29:56","slug":"o-desprendimento-dos-bens-materiais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/?p=5750","title":{"rendered":"O desprendimento dos bens materiais"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 &#8211; <a href=\"\/#1\">Eu n\u00e3o sou os bens que possuo<\/a><\/strong>.  <strong>2 &#8211; <a href=\"\/#2\">\u00c9 realmente necess\u00e1rio trocar de aparelho?<\/a><\/strong>  <strong>3 &#8211; <strong><a href=\"\/#3\">Na fam\u00edlia se aprende a viver a sobriedade<\/a><\/strong><\/strong>.  <strong>4 &#8211; <a href=\"\/#4\">Como agir diante das car\u00eancias?<\/a><\/strong>  <strong>5 &#8211; <a href=\"\/#5\">Doar o pr\u00f3prio tempo aos demais<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"1\" style=\"color:#a82828\"><strong>1 &#8211; Eu n\u00e3o sou os bens que possuo<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vivemos imersos numa sociedade \u00e0 deriva, sem bases seguras, que v\u00ea como condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria da felicidade a posse de bens materiais ao identificar o \u201cser\u201d com o \u201cter\u201d. Os bens materiais t\u00eam valor relativo, instrumental, e n\u00e3o devem ocupar o primeiro lugar na vida das pessoas para n\u00e3o se converterem em obst\u00e1culos. A verdadeira identidade de algu\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 nas coisas que possui, mas no seu car\u00e1ter e nos valores morais com os quais constr\u00f3i a sua vida. Os objetos n\u00e3o s\u00e3o maus, se convertidos em instrumentos ao servi\u00e7o do bem e para o amor ao pr\u00f3ximo; por\u00e9m, pervertem quando erigidos \u00e0 categoria de&nbsp;\u00eddolos que exigem prostrar-se diante deles e reverenci\u00e1-los como seres absolutos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O desprendimento est\u00e1 ligado \u00e0 virtude da sobriedade ou temperan\u00e7a, que p\u00f5e harmonia e ordem nos desejos. As pessoas s\u00f3brias, al\u00e9m de caminharem com soltura pela vida e perseguirem bens mais elevados, s\u00e3o as mais preparadas para suportar as car\u00eancias e superar as inevit\u00e1veis frustra\u00e7\u00f5es que a exist\u00eancia traz. O desprendimento dos objetos&nbsp;n\u00e3o deve ser buscado por motivos econ\u00f4micos, de poupan\u00e7a, mas por se tratar de um valor espiritual: n\u00e3o se apegar \u00e0s coisas e ter equil\u00edbrio e sobriedade no uso delas. <\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O importante n\u00e3o \u00e9 a materialidade de ter isso ou aquilo, ou de carecer de algo, mas de se conduzir com soltura sabendo que os bens s\u00e3o apenas meios e n\u00e3o fins, e que h\u00e1 ideais mais elevados do que uma gorda conta banc\u00e1ria. H\u00e1 pessoas com poucos bens, mas apegadas ao que possuem;&nbsp;h\u00e1 outros com muitas posses colocadas ao servi\u00e7o dos demais, pois est\u00e3o desapegados delas. <\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A pessoa desprendida foge do sup\u00e9rfluo e adota um estilo de vida s\u00f3brio e temperado que livra o cora\u00e7\u00e3o das falsas necessidades, que s\u00e3o como la\u00e7os que atam ou lastros que pesam, escravizam e n\u00e3o deixam a alma aspirar a formas mais ricas de viver do que andar atr\u00e1s das novidades oferecidas pela m\u00eddia&nbsp;(tem mais quem precisa de menos)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 preciso manter vigil\u00e2ncia sobre as necessidades criadas, pois quem se descuida ata-se por milhares de min\u00fasculos fios que suprimem a leveza da liberdade. O consumismo desenfreado busca unicamente o bem-estar material que satisfaz&nbsp;as necessidades prim\u00e1rias. Comprar e possuir pode dar a impress\u00e3o de liberdade e de poder, mas logo se percebe que o impulso imoderado de adquirir coisas escraviza o cora\u00e7\u00e3o: \u201co<em>nde est\u00e1 o teu tesouro a\u00ed est\u00e1 o teu cora\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, diz a Escritura Sagrada. Certa jovem tinha 300 pares de sapatos porque n\u00e3o controlava o impulso de comprar o par que a atra\u00edda na vitrine. O desprendimento \u00e9 ant\u00eddoto ao consumismo, \u00e0 desordem da concupisc\u00eancia dos olhos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"2\" style=\"color:#a83030\"><strong>2 &#8211; \u00c9 realmente necess\u00e1rio trocar de aparelho?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ind\u00fastria eletr\u00f4nica inova seus produtos a cada m\u00eas e cria falsas necessidades ao incentivar a aquisi\u00e7\u00e3o de aparelhos sofisticados e caros. Antes de trocar o equipamento antigo, perguntar-se sinceramente se \u00e9 necess\u00e1ria a nova compra, e isso n\u00e3o por motivos econ\u00f4micos, mas asc\u00e9ticos, de senhorio diante das coisas que nos cercam.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao ler a grande obra de Balzac, Eug\u00eania Grandet, v\u00ea-se que o chefe da fam\u00edlia era um avaro que s\u00f3 amava a riqueza, e submeteu os seus aos ditames da pobreza e miserabilidade pela&nbsp;gan\u00e2ncia que o dominava. Vale \u00e0 pena ler essa maravilhosa obra, pois diz o ditado que \u201c\u00e9 melhor escarmentar-se em cabe\u00e7a alheia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 triste a hist\u00f3ria de Judas que, impelido pela sua cupidez, tirava o que era depositado na bolsa comum, e chegou a vender Cristo por 30 moedas de prata. A gan\u00e2ncia vem criando muitos corruptos que n\u00e3o se importam prejudicar aqueles de quem retiram. A pessoa que p\u00f5e a sua seguran\u00e7a nas coisas que possui fica t\u00edbio e propenso a atender unicamente aos seus ego\u00edsmos e interesses, e perde de vista a necessidade dos demais, porque \u201c<em>n\u00e3o se pode amar a dois senhores: se odiar\u00e1 um e se afei\u00e7oar\u00e1 ao outro<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"3\" style=\"color:#aa2b2b\"><strong>3 &#8211; <strong>Na fam\u00edlia se aprende a viver a sobriedade<\/strong><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para transmitir o esp\u00edrito de desprendimento no lar, os pais devem come\u00e7ar por si mesmos, dando exemplo de sobriedade ao n\u00e3o criar falsas necessidades, evitar gastos sup\u00e9rfluos ou por capricho, abrir m\u00e3o dos \u00faltimos modelos eletr\u00f4nicos enquanto n\u00e3o baratearem, dar seu tempo \u00e0 fam\u00edlia e programar passeios e visitas culturais para o descanso de todos, fugir de exclusivismos (minha cadeira, minha poltrona, meu lazer), n\u00e3o perder tempo em celulares e m\u00eddias sociais, desapegar-se de si e levar com garbo e paci\u00eancia os achaques e doen\u00e7as, viver a sobriedade na bebida e&nbsp;comida, deixar o carro na garagem alguma vez e utilizar transportes p\u00fablicos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O consumismo infantil \u00e9 realidade atual, pois as crian\u00e7as se converteram em importantes clientes. Certa pesquisa francesa revelou que 43% das compras familiares s\u00e3o provocadas pela influ\u00eancia das crian\u00e7as. Com isso, os pais s\u00e3o obrigados a trabalhar mais horas para proporcionar os bens que os filhos desejam e, assim, al\u00e9m de transform\u00e1-los em pequenos consumidores, deixam-nos&nbsp;sem o que mais necessitam: a presen\u00e7a dos pais ao seu lado.&nbsp;Certo pai viajava muito pela empresa e tinha por h\u00e1bito comprar uma camisa de futebol do time mais popular da cidade para onde ia a trabalho, e com isso o filho acumulou mais de 30 camisas de esporte.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Educar os filhos na sobriedade \u00e9 tarefa do casal, que implementar\u00e1 no lar divers\u00f5es s\u00f3brias e de baixo custo, exigir\u00e1 o cuidado com as roupas e objetos para que possam servir ao irm\u00e3o mais novo, ensinar\u00e1 a n\u00e3o deixar luzes acesas desnecessariamente e a fechar a torneira enquanto escovam os dentes, manter\u00e1 os filhos com pouco dinheiro e ensinar\u00e1&nbsp;a refletir sobre os gastos que fazem, n\u00e3o os vestir\u00e1 \u00e0 \u00faltima moda ou com grifes e materiais esportivos caros, ajudar\u00e1&nbsp;a compreender o esfor\u00e7o que se faz para ter as coisas necess\u00e1rias&#8230;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A imagina\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as \u00e9 poderosa, e as leva a transformar embalagens de produtos dom\u00e9sticos em infinidades de brinquedos: carros, avi\u00f5es, \u00f4nibus com caixa de leite, cole\u00e7\u00f5es de potes e latinhas, drag\u00f5es com o embalagem de ovos, recortes de her\u00f3is grudados em garrafas pl\u00e1sticas, jogos com tampas de refrigerantes&#8230; Os brinquedos sofisticados e caros suprimem a imagina\u00e7\u00e3o e a capacidade de criar, porque o bot\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 dentro da crian\u00e7a, mas nos objetos que ganham.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O excesso de conforto amolece o car\u00e1ter dos filhos, que ao crescer se tornam moleng\u00f5es. Quem n\u00e3o viu adolescentes que viveram cercados de facilidades, e agora exigem que os pais os levem a todo canto, porque s\u00e3o incapazes de utilizar transportes p\u00fablicos. Tornam-se pirul\u00f5es que n\u00e3o sabem o quanto a vida \u00e9 dura, e viver\u00e3o grudados nos pais at\u00e9 os 30 anos, pois ter\u00e3o medo de assumir responsabilidades. Certo taxista relatou que atendeu ao chamado de uma senhora para levar o filho dela \u00e0 escola, e ouviu a seguinte indaga\u00e7\u00e3o: \u2212 <em>Seu carro tem ar-condicionado<\/em>? Ao saber que estava para ser consertado, disse: &nbsp;\u2212 <em>O meu filho s\u00f3 anda em carro com ar-condicionado<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"4\" style=\"color:#ab2828\"><strong>4 &#8211; Como agir diante das car\u00eancias?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N\u00e3o se trata de instalar no lar a pobreza franciscana, que quebraria o ambiente grato da vida familiar: imaginemos uma casa sem um m\u00ednimo de conforto e n\u00e3o decorada de modo simples e com bom gosto&nbsp; para descansar ap\u00f3s um dia de trabalho! Como algu\u00e9m poderia renovar suas for\u00e7as para recome\u00e7ar a faina do dia seguinte? A pen\u00faria e a escassez causada pela imprevid\u00eancia geram mal-estar e desuni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diante de priva\u00e7\u00f5es ou dificuldades econ\u00f4micas deve-se procurar remediar a situa\u00e7\u00e3o e&nbsp;colocar todos os meios o quanto antes, e confiar na provid\u00eancia de Deus. Se por vezes faltar o necess\u00e1rio, n\u00e3o se entristecer, mas oferecer a Deus a&nbsp;possibilidade de seguir os passos de Jesus Cristo, que prescindiu at\u00e9 do necess\u00e1rio, e n\u00e3o apenas do sup\u00e9rfluo. Os c\u00f4njuges n\u00e3o devem se lamentar diante das car\u00eancias, a fim de evitar tens\u00f5es no lar, mas refor\u00e7ar o apoio e a compreens\u00e3o m\u00fatua, pois as dificuldades se superam juntos e s\u00e3o uma escola para os filhos, que um dia reconhecer\u00e3o a fortaleza e o esp\u00edrito de sacrif\u00edcio de seus pais, que souberam passar por per\u00edodos dif\u00edceis com alegria e bom humor.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"5\" style=\"color:#a92828\"><strong>5 &#8211; Doar o pr\u00f3prio tempo aos demais<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Viver desprendido n\u00e3o significa ser indiferente diante da car\u00eancia material ou espiritual de tantas pessoas. Uma boa ocasi\u00e3o para ter o esp\u00edrito desprendido das coisas \u00e9 ser generoso com institui\u00e7\u00f5es que trabalham para o bem dos outros, n\u00e3o dando s\u00f3 o que sobra, mas poupando para doar. O dever de caridade n\u00e3o \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o apenas dos que possuem bens, mas de todos, pois h\u00e1 quem n\u00e3o necessita de objetos materiais, mas de amor, companhia, aten\u00e7\u00e3o. Desprender-se do tempo pessoal para realizar obras de amor:&nbsp;visitar parentes idosos ou doentes, ir a asilos e levar uns doces para fazer companhia aos anci\u00f5es.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;\u00c9 educativo ir com os filhos a comunidades pobres, orfanatos ou hospitais infantis e incentiv\u00e1-los a doar \u00e0s crian\u00e7as que ali vivem, os brinquedos em perfeito estado que n\u00e3o utilizam mais, pois assim aprender\u00e3o a ser solid\u00e1rios e a condoerem-se pela pobreza de tantas crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong>Textos elaborado por <em>Ari Esteves<\/em> para o site staging.ariesteves.com.br\/<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pelo Telegram acesse lista com todos os boletins publicados, e link para cada um: <a href=\"https:\/\/t.me\/pedagogia_do_comportamento\">https:\/\/t.me\/pedagogia_do_comportamento<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 &#8211; Eu n\u00e3o sou os bens que possuo. 2 &#8211; \u00c9 realmente necess\u00e1rio trocar de aparelho? 3 &#8211; Na fam\u00edlia se aprende a viver a sobriedade. 4 &#8211; Como agir diante das car\u00eancias? 5 &#8211; Doar o pr\u00f3prio tempo aos demais. 1 &#8211; Eu n\u00e3o sou os bens que possuo &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vivemos imersos numa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13942,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,9,17],"tags":[],"class_list":["post-5750","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao","category-familia","category-virtudes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5750","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5750"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5750\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/13942"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5750"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5750"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5750"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}