{"id":7194,"date":"2022-03-31T11:41:01","date_gmt":"2022-03-31T14:41:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ariesteves.com.br\/?p=7194"},"modified":"2022-03-31T11:41:01","modified_gmt":"2022-03-31T14:41:01","slug":"harmonia-entre-vontade-e-sentimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/?p=7194","title":{"rendered":"Harmonia entre vontade e sentimentos"},"content":{"rendered":"\n<p>&nbsp;<strong>1 &#8211; <a href=\"\/#1\">\u00c9 imaturo quem se deixa guiar pela afetividade<\/a><\/strong>.  <strong>2 &#8211; <a href=\"\/#2\">O conhecimento superficial de si<\/a><\/strong>.  <strong>3 &#8211; <a href=\"\/#3\">Autocontrole: dom\u00ednio da vontade sobre os afeto<\/a>s<\/strong>.  <strong>4 &#8211; <a href=\"\/#4\">A vontade fortalecida coloca os afetos nos eixos<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"1\" style=\"color:#ae2c2c\"><strong>1 &#8211; \u00c9 imaturo quem se deixa guiar pela afetividade<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando n\u00e3o se chega a alcan\u00e7ar a maturidade, a pessoa se deixa influenciar pela afetividade (sentimentos, emo\u00e7\u00f5es, paix\u00f5es), que passa a orientar as a\u00e7\u00f5es, e n\u00e3o a decis\u00e3o da vontade. Com isso, a pessoa consegue se sentir bem a curto prazo, pois faz o que lhe apetece afetivamente no momento. Isso produz prazer imediato aos sentidos (sensorial), mas logo vem a decep\u00e7\u00e3o ou chatea\u00e7\u00e3o pelo dever n\u00e3o cumprido. Por vezes, para neutralizar esse sentimento de mal-estar, o imaturo volta a fazer coisas que lhe permitam sentir-se bem de imediato, e assim acaba caindo em c\u00edrculo vicioso.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O dom\u00ednio da vontade sobre a afetividade tamb\u00e9m favorece o controle sobre as demais fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas: percep\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria, imagina\u00e7\u00e3o e pensamento. No in\u00edcio, o exerc\u00edcio desse controle sup\u00f5e tens\u00e3o e cansa\u00e7o, que a curto prazo pode ser desagrad\u00e1vel; por\u00e9m, a m\u00e9dio e a longo prazo, a vontade fortalecida conseguir\u00e1 que a mem\u00f3ria e a imagina\u00e7\u00e3o se concentrem naquilo que se est\u00e1 fazendo, e isso produzir\u00e1 maior efic\u00e1cia nas a\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A afetividade busca desfrutar a curto prazo daquilo que mais agrada, e  por isso deve ser comandada pela raz\u00e3o e vontade, que buscam analisar, por meio da intelig\u00eancia, os demais aspectos da realidade, o que n\u00e3o acontece com a sensibilidade, que busca s\u00f3 o que a agrada de imediato. Por exemplo, a paix\u00e3o ou instinto de comer s\u00f3 busca a sua satisfa\u00e7\u00e3o e pode levar o diab\u00e9tico a ingerir um pudim de lim\u00e3o; por\u00e9m, a raz\u00e3o ao examinar outros aspectos, ter\u00e1 presente que a sa\u00fade \u00e9 um bem maior do que o gosto instintivo, e indicar\u00e1 para a pessoa n\u00e3o comer o doce, a fim de evitar a alta dosagem de a\u00e7\u00facar no sangue. As batalhas entre a afetividade e a vontade, quando ocorrerem, travam-se em muitos aspectos da vida ps\u00edquica. Os sentidos (ouvido, paladar, tato&#8230;) ao evitar o desagrad\u00e1vel e buscar o agrad\u00e1vel, excitante e divertido, o faz mesmo que isso n\u00e3o seja oportuno: leva a comer e a beber o que deveria ser evitado ou por em quantidades demasiadas; leva a ouvir o que agrada, mesmo que distraia das obriga\u00e7\u00f5es ou incomode aos demais, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A afetividade n\u00e3o deve ser reprimida ou anulada, mas submetida ao \u00e2mbito da intelig\u00eancia, que \u00e9 a capacidade reitora da pessoa humana: \u00e9 a imagem do cavaleiro conduzindo o cavalo, e n\u00e3o ao contr\u00e1rio. No in\u00edcio ser\u00e1 necess\u00e1rio enfrentar o choque entre a vontade e a afetividade: fazer o que n\u00e3o a agrada aos sentidos, ou n\u00e3o fazer o que os agrada, se isso representa uma desordem. Esse choque interno \u00e9 acompanhado de algum desgosto que pode inclinar a balan\u00e7a para o lado da afetividade, j\u00e1 que para se livrar desse sentimento de desagrado a via mais r\u00e1pida \u2013 e n\u00e3o a mais correta \u2013 ser\u00e1 ceder em favor dos afetos e emo\u00e7\u00f5es, que impulsionam a escolher o que agrada de imediato.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"2\" style=\"color:#ab3030\"><strong>2 &#8211; O conhecimento superficial de si<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A maioria das pessoas tem um conhecimento superficial de si e acerca dos demais. A sociedade atual \u00e9 qualificada de audiovisual e hedonista porque busca prioritariamente as sensa\u00e7\u00f5es produzidas pelos sentidos, ao mesmo tempo que valoriza desmedidamente o corpo e a apar\u00eancia f\u00edsica, ensina Fernando Sarr\u00e1is<sup>1<\/sup>. Pessoas fascinadas pela maneira superficial de viver, pouco se interessam pela raiz de suas viv\u00eancias interiores ou psicol\u00f3gicas, e por isso n\u00e3o s\u00e3o capazes de construir-se de uma maneira propriamente humana, madura, nem sabem valorizar seus aspectos interiores que, por serem mais ricos, podem oferecer muito mais: como utilizar bem um aparelho ao n\u00e3o saber como funciona? Ao conhecer o seu funcionamento, se desfruta mais com o seu uso.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Perceber o que se sente em determinado momento \u00e9 f\u00e1cil, mas chegar a conhecer os motivos que levam a tais sentimentos n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil, pois exige conhecer o modo de ser psicol\u00f3gico, que tem v\u00e1rias camadas que podem encobrir as defici\u00eancias da personalidade. Deter-se apenas na an\u00e1lise superficial do comportamento \u00e9 f\u00e1cil, mas parcial: ter como causa de uma irrita\u00e7\u00e3o o insulto recebido \u00e9 f\u00e1cil, por\u00e9m, deve-se ir mais a fundo para saber se a afronta sofrida n\u00e3o ter\u00e1 como causa porque se \u00e9 uma pessoa n\u00e3o grata por ser ego\u00edsta ou orgulhosa. O mesmo pode acontecer a quem se sente inferiorizado, pois a necessidade de ser valorizada pelos demais a faz ser muito suscet\u00edvel a ponto de reagir de modo desproporcional diante de uma m\u00ednima desfeita.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Todas as pessoas t\u00eam aspectos positivos e negativos, sejam de temperamento ou de car\u00e1ter, e o desejo de melhorar, de transformar o negativo em positivo, torna a pessoa otimista, pronta para uma luta alegre e esportiva. Quem n\u00e3o teme identificar seus pr\u00f3prios defeitos, erros ou limita\u00e7\u00f5es \u00e9 realista e chega a se conhecer com profundidade (a aus\u00eancia de medo n\u00e3o distorce sua autoavalia\u00e7\u00e3o). O conhecimento realista de si vem acompanhado de um conhecimento realista do mundo, o que ajuda acertar na escolha dos meios necess\u00e1rios para alcan\u00e7ar as metas pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para conhecer-se com profundidade, um fator importante \u00e9 gostar de si mesmo, e sentir-se valorizado n\u00e3o pela admira\u00e7\u00e3o que os demais tenham por si, mas pela pr\u00f3pria dignidade da pessoa humana, que se fundamenta em ter sua alma criada por Deus, e pelo amor que Ele tem por cada filho seu. Ter um sadio amor a si leva a agradecer as pr\u00f3prias qualidades, recebidas gratuitamente de Deus, e a conhecer e a lutar contra os defeitos ou imperfei\u00e7\u00f5es do car\u00e1ter ou do temperamento, sem nunca se sentir inferiorizado (a falta de amor a si leva a sentimentos de inferioridade). A estima de si \u00e9 forte motiva\u00e7\u00e3o para o autoconhecimento, que leva a se sentir seguro na luta por melhorar, porque se sabe aonde ir e aonde se quer chegar. O sadio amor a si impede conviver com as pr\u00f3prias falhas comportamentais, tal como n\u00e3o se quer conviver com bact\u00e9rias nocivas dentro de si.&nbsp;Para conseguir que a afetividade n\u00e3o seja influenciada por sentimentos negativos que abafem a vontade, tamb\u00e9m \u00e9 importante ter uma vis\u00e3o positiva de si, e saber rir das circunst\u00e2ncias adversas, vendo nelas oportunidades de supera\u00e7\u00e3o pessoal, pois tal atitude exerce influ\u00eancia favor\u00e1vel ao funcionamento da vontade.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"3\" style=\"color:#a73535\"><strong>3 &#8211; Autocontrole: dom\u00ednio da vontade sobre os afetos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em nossa \u00e9poca h\u00e1 grande interesse em conseguir uma boa apar\u00eancia f\u00edsica, e se d\u00e1 menos import\u00e2ncia para conhecer o funcionamento dos aspectos psicol\u00f3gicos, a fim de que sejam maduros e sadios, raz\u00e3o essa de ocorrer tantas enfermidades ps\u00edquicas nas diferentes idades, inclusive na inf\u00e2ncia.&nbsp;Na sociedade atual, o sofrimento ou esfor\u00e7o n\u00e3o \u00e9 malvisto para melhorar a performance esportiva, acad\u00eamica ou profissional, porque \u00e9 o pre\u00e7o a pagar pelo \u00eaxito no mundo exterior; mas n\u00e3o se v\u00ea com bons olhos o esfor\u00e7o interior para ser audaz, sincero, laborioso, casto, temperado, fiel. Por\u00e9m, o desenvolvimento psicol\u00f3gico sup\u00f5e esse esfor\u00e7o interior como condi\u00e7\u00e3o para desenvolver as virtudes, necess\u00e1rias para se conseguir o equil\u00edbrio entre cabe\u00e7a e cora\u00e7\u00e3o (entre vontade e afetos): o mundo interior sendo mais rico que os aspectos exteriores, podem oferecer muito mais!<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Autocontrole \u00e9 o dom\u00ednio que a vontade exerce sobre as fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas e afetivas que influenciam o comportamento. Para consegui-lo \u00e9 necess\u00e1rio um desenvolvimento suficiente da for\u00e7a de vontade, a que chamamos de <em>virtude da fortaleza<\/em>, que \u00e9 conseguida pelo habitual treinamento de <em>fazer o que deve ser feito<\/em>, sendo isso determinado pela intelig\u00eancia ou raz\u00e3o (no caso das crian\u00e7as, pela intelig\u00eancia de seus educadores). <em>Querer<\/em> <em>fazer o que se deve ser feito <\/em>\u00e9 ato da vontade, e n\u00e3o dos sentimentos: <em>querer<\/em> \u00e9 um ato da vontade ou do livre-arb\u00edtrio, e <em>gostar<\/em> \u00e9 uma inclina\u00e7\u00e3o dos sentimentos (portanto, irracional). Por vezes, podemos n\u00e3o gostar do que deve ser feito, mas esse <em>querer<\/em>, sendo um ato da vontade, e esta \u00e9 movida pelo amor (o amor \u00e9 ato pr\u00f3prio da vontade), d\u00e1 for\u00e7as a ela para superar a falta de gosto dos sentimentos: uma m\u00e3e que levanta de madrugada para atender ao filho, o faz por amor \u2212 por um querer da vontade \u2212, j\u00e1 que o gosto de seus sentimentos seria para continuar na cama.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;No processo de aprendizado do autocontrole, tamb\u00e9m chamado de <em>educa\u00e7\u00e3o da afetividade<\/em>, podem ocorrer tr\u00eas etapas:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;1\u00aa) As crian\u00e7as pequenas, porque nelas a afetividade \u00e9 dominante, devem ser orientadas pelos pais.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;2\u00aa) A etapa do equil\u00edbrio entre <em>afetividade <\/em>e <em>vontade <\/em>na adolesc\u00eancia, porque essas duas pot\u00eancias interiores podem conflitar-se e fazer levar a uma vida dupla: agir com l\u00f3gica e liberdade como se fosse adulto, ou agir sem l\u00f3gica feito crian\u00e7a movida pelos sentimentos e emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;3\u00aa) Etapa das pessoas adultas e maduras, onde a <em>afetividade <\/em>e a <em>vontade <\/em>t\u00eam poucos conflitos, porque com frequ\u00eancia se age na dire\u00e7\u00e3o do que \u00e9 bom e correto. \u00c9 a etapa da raz\u00e3o que move a vontade, e esta arrasta a afetividade atr\u00e1s de si para apoiar a decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-text-color\" id=\"4\" style=\"color:#a82f2f\"><strong>4 &#8211; A vontade fortalecida coloca os afetos nos eixos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nos momentos de conflito, e para superar a falta de gosto decorrente do enfrentamento entre a afetividade e a vontade, \u00e9 necess\u00e1rio ter uma vontade forte para querer seguir o que a raz\u00e3o indica, e n\u00e3o o que determinam os afetos. Fortalece-se a vontade por meio de pequenos exerc\u00edcios di\u00e1rios de dom\u00ednio pr\u00f3prio: viver a ordem e a pontualidade para n\u00e3o ceder \u00e0 comodidade da desordem, ao n\u00e3o abrir a geladeira fora de hora (controle dos instintos), ao colocar esfor\u00e7o para manter a aten\u00e7\u00e3o naquilo que se faz, ao cumprir uma disciplina di\u00e1ria (hor\u00e1rio de dormir, de acordar e de refei\u00e7\u00f5es; pontualidade no trabalho, etc.). Esses pequenos vencimentos fazem n\u00e3o ceder imediatamente aos caprichos e comodidades, e com isso a for\u00e7a dos afetos diminuir\u00e1 ou ser\u00e1 canalizada para apoiar a vontade naquilo que \u00e9 correto fazer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#ac2929\"><sup>1<\/sup>Texto extra\u00eddo e adaptado da obra \u201cMaturidade Psicol\u00f3gica &amp; Felicidade\u201d, de Fernando Sarr\u00e1is, Editora Cultor de Livros, S\u00e3o Paulo, 2020, por <em>Ari Esteves<\/em> para o site staging.ariesteves.com.br\/. Desenho de Aguida Medeiros (@aguidamedeiro)<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;1 &#8211; \u00c9 imaturo quem se deixa guiar pela afetividade. 2 &#8211; O conhecimento superficial de si. 3 &#8211; Autocontrole: dom\u00ednio da vontade sobre os afetos. 4 &#8211; A vontade fortalecida coloca os afetos nos eixos 1 &#8211; \u00c9 imaturo quem se deixa guiar pela afetividade &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quando n\u00e3o se chega a alcan\u00e7ar a maturidade, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13874,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,9,17],"tags":[],"class_list":["post-7194","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao","category-familia","category-virtudes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7194","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7194"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7194\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/13874"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7194"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7194"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/staging.ariesteves.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7194"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}